LIVROS...
19:45 | Author: Caroline Kehl
Comprei hoje o livro "Manual do Arquiteto Descalço". Trago a sinopse da Livraria Cultura pra vocês:
"A Bio-arquitetura é um conceito que une ecologia, arquitetura e urbanismo. Revela técnicas e maneiras de construção em harmonia com a natureza e os seus recursos, promovendo o equilíbrio entre o meio ambiente e o progresso e, ao mesmo tempo, ajudando o homem a habitar o mundo de forma digna. Neste livro, o arquiteto propõe explicações sobre contextos climáticos, formas e materiais que capacitam soluções sobre energia, água e saneamento que ajudam na obra, por meio do uso de eco-tecnologias alternativas. "
O livro é de Johan Van Lengen, um holandês, mas o livro é em português mesmo. A expectativa que tenho sobre esse livro é grande. Se quiserem saber um pouquinho do que ele traz, visitem esse outro blog: http://meumundosustentavel.com/noticias/tag/manual-do-arquiteto-descalco/
Por enquanto, estou lendo pela segunda vez o fantástico "A idéia de conforto" do Aloísio Schmid, o qual tive o prazer de conhecer num congresso em Fortaleza outubro passado. Sinopse (Livraria Cultura): "Conforto ambiental é uma idéia que comumente se associa com calor, iluminação, acústica e qualidade do ar. Este livro se propõe aprofundar tal entendimento, tratando das seguintes questões - Conforto ambiental se encerra no estudo de fenômenos físicos e da fisiologia dos sentidos relacionados? Qual a definição de conforto ambiental mais coerente com a etimologia de conforto? Conforto e estética se superpõe, ou são valores complementares buscados na arquitetura? Teria havido conforto antes que a palavra tomasse a conotação atual? Qual a relação entre conforto e produtividade - objetivo principal dos espaços para o trabalho? É possível explicar por que alguns ambientes nos parecem à primeira vista confortáveis, outros jamais?"
Recomendados!
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CONVITE para a "hora do planeta"
18:29 | Author: Caroline Kehl
Luzes apagadas para iluminar a consciência ecológica: evento mundial alerta contra o aquecimento global
O WWF-Brasil lançou nesta quarta-feira, 28, no Rio de Janeiro, o movimento Hora do Planeta, marcando a entrada do país em uma ação mundial para mobilizar um bilhão de pessoas em mais de mil cidades, em todo o planeta, em torno da luta contra o aquecimento global. A Prefeitura do Rio de Janeiro, por meio do prefeito Eduardo Paes, anunciou a adesão oficial da cidade ao evento.
A Hora do Planeta é um ato simbólico no qual governos, empresas e a população de todo o mundo são convidados a demonstrar sua preocupação com o aquecimento global e as mudanças climáticas, apagando as luzes de casa, de monumentos, prédios públicos entre outros, por sessenta minutos a partir de 20h30 do dia 28 de março. Este gesto simples tem o significado de chamar para uma reflexão sobre o tema ambiental.
Além do Rio de Janeiro, foram anunciadas ontem as participações de Atenas, Buenos Aires, Edimburgo e Nova Iorque. Até o momento, mais de 170 cidades de 62 países já confirmaram sua adesão à Hora do Planeta. Mas estamos só começando! O WWF-Brasil espera, ainda, a adesão de outras cidades brasileiras.
E tudo começou na Austrália -- Realizada pela primeira vez em 2007, a Hora do Planeta contou com a participação de 2,2 milhões de moradores de Sidney, na Austrália. Já em 2008 o movimento contou com a participação de 50 milhões de pessoas, de 400 cidades em 35 países. Simultaneamente apagaram-se as luzes do Coliseu, em Roma, da ponte Golden Gate, em São Francisco e da Opera House, em Sidney, entre outros monumentos mundialmente conhecidos."A Hora do Planeta é um gesto de engajamento social, no qual cada um deve fazer a sua parte para um futuro melhor", afirma Álvaro de Souza, presidente do Conselho Diretor do WWF-Brasil.
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